O ato de comer é tecnicamente conhecido como Período Prandial e pode ser dividido em 3 fases: Cefálica, Gástrica e Intestinal. Só de sentir o cheiro do alimento, ouvir a carne grelhando ou somente pensar no nosso prato favorito, a fase cefálica já começa e prepara o caminho para que as outras fases ocorram.
Durante essas fases, vários hormônios e outras substâncias são secretados e agem em campos específicos do Sistema Nervoso Central (SNC) para que dessa forma, o processo de alimentação/quebra/absorção de nutrientes aconteça.
A grelina é um hormônio orexígeno, ou seja, age no SNC e sinaliza a fome. Ela é produzida principalmente no estômago vazio. Também existem substâncias anorexígenas, que estimulam a resposta de saciedade, como a CCK (colecistocinina), os hormônios PYY (peptídeo Y) e GLP-1 (peptídeo semelhante a Glucagon – 1) que são secretados no intestino delgado e agem no SNC causando sensação de saciedade. A insulina também entra nesse grupo, com o aumento da glicemia causado pelo período prandial, o pâncreas produz insulina, para que haja a distribuição da glicose do sangue para os outros tecidos do corpo.
A longo prazo, temos a ação da Leptina que é produzida no tecido adiposo, sinalizando saciedade para a regulação da fome quando a via homeostática é predominante. Ela é uma das responsáveis por nosso balanço energético, quando há muito tecido adiposo também há muita leptina que vai indicar para "diminuir a comilança".
No Núcleo Arqueado do Hipotálamo, encontramos os neurônios nos quais essas substâncias agem. São:
A perda de peso progressiva por meio de uma alimentação saudável e exercício físico regular ainda é a melhor forma de ter essas reações reguladas e de alcançar a saúde de maneira consistente.
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